julho 2009
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Por que acreditamos nas coisas que acreditamos ou será que o homem foi à lua?

Continuo convicto que foram à lua, mas muita gente que na época não acreditou, continua sem acreditar. Sem contar os muitos que nasceram nesses 40 anos que também não acreditam. Nós, os crentes, rimos dos adeptos da teoria da conspiração lunar. É o que acontece: acreditamos no que queremos e, se somos maioria, rimos (ou prendemos ou matamos) os que pensam diferente.

Dark City – Os carecas do outro mundo e a parábola da reencarnação

ETs montam uma experiência original – eles constroem uma cidade que flutua do espaço e a populam com gente que eles abduziram, sabe-se lá onde e quando. Toda meia-noite eles param os relógios e põe todos os humanos pra dormir, aí eles tocam o maior salseiro: constroem e destroem prédios, apagam a memória de alguns e trocam-nos de lugar na sociedade, implantando uma nova memória.

Dez Impressões sobre o Uruguai

Pois é, nunca tinha ido ao Uruguai – e fui. A título de prestação de serviço, deixo minhas impressões aqui no Madeira-Net, facilitando assim o caminho de outros exploradores.

Nenhum homem é uma ostra

Para o observador indiferente à tecnologia, como creio a maioria de nós, o que mais chama a atenção no trabalho colaborativo é que é tudo de graça. Na raiz deste aparente paradoxo reside a gênese das virtudes e vícios do trabalho colaborativo. Por que alguém faria alguma coisa de graça?

Revoluções Industriais

Primeiro artigo da série sobre o trabalho colaborativo. Trata dos avanços que toranaram possível este tipo de trabalho

Filmes sobre o futuro do pretérito

Retrato da sociedade em um futuro sem ruptura – sem guerra atômica, cataclismo natural ou epidemia devastadora – só a piora contínua de nossa condição. Numa Nova Iorque com 40 milhões de habitantes, castigada pela poluição e pelo aquecimento global.